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Entre no clima da Páscoa | Filmes que respiram espiritualidade e religião

Em 2016, o longa-metragem brasileiro “Os Dez Mandamentos - O Filme” conquistou o posto de maior bilheteria da história do cinema nacional, com mais de 11 milhões de ingressos vendidos. Em 2015, o filme “Quarto de Guerra”, dirigido pelo pastor Alex Kendrick, foi um estouro, faturando mais de nove milhões de dólares e liderando as bilheterias norte-americanas. Estes são apenas dois exemplos de um nicho do cinema que nunca decepciona no quesito faturamento – o dos filmes que se situam entre o religioso e o espiritual, especialmente focados em públicos cristãos. O mercado dos filmes gospel ou com pegada religiosa se tornou tão lucrativo que até o Nicholas Cage quis tirar uma casquinha com a participação no longa “O Apocalipse”. A mais nova promessa nesse sentido é o longa-metragem “A Cabana", que acaba de entrar em cartaz e já vem lotando salas. Se você ainda não teve a oportunidade de conferir este título, que acaba de ser lançado, aproveite o clima de reflexão dessa Páscoa para curtir outros filmes do gênero gospel – ou similares – que já estão disponíveis já tem um tempo e que a gente listou aqui. Ah, e não deixe de conferir também a crítica do…

Big Little Lies | Violência de gênero não tem preconceito de classe

Preocupação com as aparências, diferentes tipos de opressões, medo de perder certos privilégios financeiros que podem acabar se transformando em muralhas que fecham a mulher em um castelo de abuso, silêncio e solidão. A mais recente minissérie da HBO, "Big Little Lies", tem tudo isso um pouco. Dirigida por Jean-Marc Vallée ("Livre", "Clube de Compras Dallas") e protagonizada por nomes como Nicole Kidman, Shailene Woodley e Reese Witherspoon, a minissérie retrata a vida na pacata cidadezinha californiana de Monterey, onde famílias do tipo comercial de margarina vivem vidas aparentemente incríveis, com suas casas absurdamente aconchegantes à beira-mar. No entanto, o que a minissérie retrata é um ambiente tenso e hostil, onde até mesmo brigas e popularidade entre os filhos se reflete nos relacionamentos entre as mães e pais. Sabemos, desde o primeiro episódio, que o desfecho da minissérie será um crime, possivelmente um assassinato. Só não sabemos quem fez o que, quem são as vítimas e quem são os criminosos. Para chegar até lá, o roteiro intenso e profundo abre as portas das casas das famílias de Madeleine e Ed, Celeste e Perry, Jane e Bonnie e Nathan, nos convida para sentar com eles à mesa de jantar, nos mostra…

No comando | Diretoras de cinema que você respeita

Patty Jenkins, Laís Bodansky, Jane Campion, Andrea Arnold, Anna Muylaert, Catherine Hardwicke, Kimberly Peirce… Você provavelmente nunca ouviu falar dessas mulheres, e, ainda assim, é bem provável que já tenha visto alguma coisa escrita ou dirigida por elas. Esses são apenas alguns dos nomes de cineastas mulheres que conseguiram abrir seu caminho deste universo tão majoritariamente masculino que é a cadeira de diretor cinematográfico. E, ainda assim, seus nomes continuam tão frequentemente ocultos na história da cultura internacional. Que tal conhecer algumas das mulheres que, ao longo da história do cinema, conseguiram comandar filmes de grande alcance e se tornar as primeiras a obter reconhecimento por seus feitos? Contaremos a seguir algumas histórias! Alice Guy-Blache Por João Gabriel Com centenas de filmes dirigidos, Alice Guy-Blche detém o título de primeira cineasta da história e uma das pioneiras do cinema francês. Nascida em 1° de Julho de 1873, na França, ela iniciou a sua participação na indústria cinematográfica com 21 anos, trabalhando como secretária do fotógrafo Léon Gaumont. Há indícios de que sua paixão pelo cinema se iniciou em uma participação de Alice numa apresentação feita pelos Irmãos Lumière a respeito de uma câmera 60mm. Ao que conta a história, a diretora…

Empoderadas | Conheça filmes com protagonistas mulheres cheias de conteúdo

Todos os anos, quando chega o Dia da Mulher, é aquele festival de indicações de clássicos da sessão da tarde com infinitos filmes água com açúcar, romancinhos e longas com protagonistas pouco consistentes ou que têm toda a sua história girando em torno de um grande amor. Não tem nada errado com histórias de amor - muito pelo contrário, a gente também gosta muito. Mas, por quê estamos tão habituados a assistir apenas filmes sobre isso quando a protagonista é mulher? Por isso, nesse ano o Café com Filme decidiu comemorar o 08 de Março trazendo algumas dicas de filmes com pratagonistas femininas cujas histórias desviam um pouco do caminho mais comum. Aqui vão ser desde relatos da vida real até ficções e desenhos animados - filmes que mostram que é possível criar uma trama interessante, inteligente e empoderada tendo mulheres no comando. O próprio Oscar desse ano provou isso, com indicação a longas como "Estrelas Além do Tempo" em diversas categorias, além das animações "Zootopia", que levou a estatueta, e "Moana - Um Mar de Aventuras", e dos filmes "20th Century Women", "A Chegada", "Elle", "Jackie", "Florence - Quem é Essa Mulher", entre outros. Demais, né? Embarque nessa onda…

Além do Hype nas Telonas | Era uma vez um trailer que contou todo o filme

Hype: campanha publicitária que diz ao público de forma superlativa o quanto um filme é excelente em suas qualidades ou importante enquanto produto de cultura; Com o boom da internet e as novas opções para campanhas de marketing, muitas produtoras se aproveitaram da inocência do público para criar enormes “hypes” sobre vários filmes. Essa mudança na divulgação dos filmes foi positiva do ponto de vista de bilheteria (principal objetivo para as produtoras e os respectivos profissionais que desenvolveram tais táticas). Contudo, isso mudou um bocado o rumo das produções nos últimos anos. É difícil definir o quanto isso foi positivo ou negativo para o público, mas é fato que muitas produtoras mudaram suas estratégias para focar em receitas mais marqueteiras, mas não necessariamente mais evoluídas do ponto de vista cinematográfico. Por outro lado, o exagero nas peças publicitárias levou muita gente a cair em armadilhas, uma vez que nem sempre o resultado corresponde ao conteúdo apresentado nos trailers. Como eu disse, resta aqui uma parcela de inocência do espectador que acredita naquilo que vê. E quando eu digo inocência, não quero que você leve para o lado pessoal. A gente não percebe esse tipo de ação dos profissionais do ramo…

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