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Início das filmagens de Gemini Man, filme de Ang Lee com Will Smith

A Paramount Pictures e a Skydance anunciam oficialmente o início das filmagens de GEMINI MAN (ainda sem título em português), dirigido por Ang Lee e estrelado por Will Smith.

A sinopse é a seguinte:

Gemini Man é um suspense de ação estrelado por Will Smith, que interpreta Henry Brogan, um assassino de elite que, de repente, passa a ser o alvo e é perseguido por um jovem e misterioso agente, o qual aparentemente pode prever todos seus passos. O filme tem direção do cineasta ganhador do Oscar® Ang Lee e produção dos renomados produtores Jerry Bruckheimer e David Ellison. Também estrelam o longa Mary Elizabeth Winstead (Rua Cloverfield 10), Clive Owen (Closer) e Benedict Wong (Doutor Estranho). O filme tem estreia prevista para  outubro de 2019, nos Estados Unidos e no Brasil.

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Veja as primeiras imagens do set de filmagens na página de Will Smith no Instagram (clique para abrir).

Para mais notícias, siga a página oficial de GEMINI MAN no Instagram.

Michael B. Jordan protagonizará adaptação do livro Fahrenheit 451 para a TV

A HBO confirmou a estreia do filme original “Fahrenheit 451” ainda para este ano na América Latina e no Caribe. O filme se baseia no romance homônimo do escritor norte-americano Ray Bradbury e será estrelado por Michael B. Jordan e Michael Shannon.

“Fahrenheit 451” descreve um futuro em que a mídia é só entretenimento, a história é reescrita e “bombeiros” queimam livros. Jordan interpreta Montag, um jovem bombeiro que abandona o seu mundo após brigar com o seu mentor, Beatty (interpretado por Michael Shannon), e luta para recuperar a própria humanidade. O elenco também conta ainda com Sofia Boutella e Lilly Singh.

O filme tem direção e produção executiva de Ramin Bahrani, que escreveu o roteiro com Amir Naderi. Também são produtores executivos Sarah Green, Michael B. Jordan, Alan Gasmer e Peter Jaysen. A produção é de David Coatsworth.

Sobre o livro “Fahrenheit 451”

Ambientado em uma cidade indefinida (provavelmente localizada no meio-oeste dos Estados Unidos) em uma época também indefinida no futuro depois de 1960, “Fahrenheit 451” é um romance distópico do escritor norte-americano Ray Bradbury publicado em 1953. O livro apresenta uma futura sociedade americana onde os livros são proibidos e há "bombeiros" que queimam qualquer exemplar encontrado.

Em uma entrevista no rádio em 1956, Bradbury contou que escreveu “Fahrenheit 451” devido à sua preocupação na época (durante a era McCarthy) com a ameaça de queima de livros nos Estados Unidos. Nos anos seguintes, ele descreveu o livro como um comentário sobre como a mídia reduz o interesse pela literatura.

Um visionário para o seu tempo, Bradbury explorou como os meios de comunicação dirigiriam os pensamentos e as ações do povo, em uma iniciativa que teve repercussão ao longo de muitos anos.

Esta não será a primeira adaptaççao de Fahrenheit 451 para os cinemas. A primeira foi dirigida por Françõis Truffaut em 1966, estrelada por Oskar Werner e Julie Christie.

Continuação de Kung Fury terá Michael Fassbender e Arnold Schwarzenegger

Se você ainda não viu Kung Fury, aquele filme viral que destruiu a internet nos idos de 2015, é melhor se apresar, porque o curta metragem de David Sandberg deve invadir os "cinemas de verdade". O ode a "galhofagem oitentista" foi um dos maiores sucessos da plataforma Kickstarter e o curta já superou a marca de 40 milhões de visualizações, sem contar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

Agora, David Sandberg retorna para tranformar seu projeto em um longa metragem. Sob a bandeira da sua produtora, a Laser Unicorns, e com a ajuda de uma equipe excepcional que inclui a dupla por trás de It: A Coisa — David Katzenberg e Seth Grahame-Smith — além de Philip Westgren (do novo Hellboy) e Conor McCaughan (Assassin's Creed), Kung Fury promete ser uma produção de "alto nível", e já arrebanhou nomes de peso para o elenco, incluindo o retorno de David Hasselhoff, que já havia feito uma participação no original, além do excelente Michael Fassbender e exterminador em pessoa, Arnold Schwarzenegger.

A trama será uma continuação direta do curta metragem, Fassbender encarna “o maior tira de todos os tempos”, Kung Fury. O policial mestre do Kung Fu organizou os “Thundercops”, uma super equipe formada pelos maiores guerreiros da história, para derrotar seu arquirrival, Adolf Hitler. Entretanto, um novo vilão surge para ajudar o Führer em sua busca pela arma suprema, lançando Kung Fury e seus companheiros em uma jornada através do tempo e espaço.

Os desafios do cinema independente | Entrevista com diretor Eduardo Colgan

Um tiro foi suficiente para Eduardo Colgan, diretor paranaense, dar luz, câmera e ação ao curta “A Rua Muda” que estreou no Festival Olhar de Cinema 2017 e aborda a violência policial em lugares públicos nas grandes cidades.  O filme conta a história de quatro amigos que presenciaram o disparo de um tiro em uma das ruas mais movimentadas na noite de Curitiba. 

Baseado em fatos reais, a autocrítica e a identificação com o telespectador são pontos chaves para prender atenção durante todo o curta de Colgan. Afinal, quem nunca presenciou uma ação de violência pelas ruas da sua cidade? O filme é uma crítica as diferentes classes sociais presente em uma única rua: Rua Riachuello no bairro São Francisco. 

O diretor mais uma vez levou produções paranaenses às telas de festivais nacionais e internacionais. Em 2013, o curta "Vitória" ganhou prêmio de Melhor Atriz com Camila Hubner no Festival Kinoarte de Cinema e também participou da segunda edição do Festival Olhar de Cinema. Seu curta "Quatro e Fíntchy" participou da 15º Mostra de Filme Livre no Rio de Janeiro em 2015.

Na sua quarta produção, Eduardo Colgan conta para nossa equipe como é colocar em prática uma produção independente sem incentivo. Também comenta um pouco mais sobre o mistério do curta "A Rua Muda". Confira:

O filme “A Rua Muda” é uma autocrítica. Como foi feita a montagem de misturar a ficção com eventos reais que você presenciou?

Por um momento eu e meus amigos iríamos atuar, mas não ia ser legal. Então, chamei alguns amigos que não presenciaram o evento da abordagem da polícia e que já atuaram em outros curtas. Depois de personificar os personagens, o filme ficou com outra cara.  No decorrer do filme houve várias mudanças, por exemplo: um personagem participou de uma cena que não era dele, e a cena das fotos que foi feita sem roteiros, eram realmente os personagens reagindo a fotos reais deles.

Estes momentos de intimidade criaram uma conexão com o telespectador no qual ele consegue se ver dentro da história e se relacionar. 

A primeira cena do filme, que são os personagens reagindo à imagem da câmera, também foi um momento chave entre a ficção e o evento real. 

Em alguns momentos, a polícia está presente nas filmagens. Como foram realizadas as cenas?

O vídeo foi um amigo meu que gravou, mas o filme é mais ficcional como realmente aconteceu. O áudio é roteirizado, em algumas cenas coloquei sonoras para recriar o confronto. Em relação à polícia que apareceu em cena com os atores, foi coincidência, eles estavam saindo da balada e a cavalaria apareceu na hora. E outro momento é quando eles estão correndo e o carro da polícia surge na rua. Foi sorte! A gente gravou as cenas muito antes do programa Balada Protegida do prefeito Rafael Greca entrar em operação. 

Boa parte do público que estava presente hoje já presenciou uma ação de violência em lugares públicos, como é retratado no filme. Essa identificação ajuda a consolidar o cinema independente?   

A identificação é necessária para qualquer filme ser bom. Ter uma real intenção, propósito e os atores sendo reais e verdadeiros é necessário para qualquer filme, não somente no cinema independente, embora seja mais presente. Quando o diretor tem um projeto que deseja muito colocar em prática, o filme vira parte da alma dele, o que é diferente, às vezes, de uma produção hollywoodiana que contrata roteirista, ou compra o roteiro. O esquema de produção fica mais separado. E nos filmes independentes, o filme faz papel de filho para os diretores, uma criatura que ele pariu depois de anos de trabalho. Mesmo se o roteiro vier de outra pessoa, você fica tanto tempo trabalhando e tentando fazer o filme estrear que cria uma conexão quase física.

O único jeito de fazer filme aqui no Brasil é a vontade do coletivo

Em relação o financiamento do filme, uma parte foi feito por apoio. Como é criar um filme sem ter incentivo e com pouco recursos financeiros?

Há o seu lado bom! Você vê que as pessoas estão participando porque elas realmente acreditam na ideia ou querem debater e achar uma resposta. Os nossos apoios foram práticos: figurino disponibilizado por Fermín Cacarecos e a trilha sonora por Onça Disco, menos a música de abertura que pedimos autorização para usar. O resto foi do próprio bolso. A temática do filme que critica a estrutura urbana da Prefeitura de Curitiba e da Guarda Municipal não iria passar em um edital. É triste! E devido ao poucos recursos há poucos enquadramentos, mas faz parte. Se você tem limitações, é preciso aprender a lidar com elas para que o produto final converse com todo o filme, não adianta mascarar a falta de recursos. 

Como você enxerga o cenário cinematográfico de Curitiba?

Desde que começou o curso de Cinema na Faculdade de Artes do Paraná (FAP), aumentou o número de pessoas que ingressaram na área audiovisual. Ao mesmo tempo, teve uma popularização de câmeras digitais e smartphones. O vídeo é um elemento presente na vida de todo mundo, independente de quem faz cinema ou não, todo mundo é ligado com o audiovisual o dia inteiro. Então, sim, aumentou a vontade de fazer vídeos e amigos se ajudando para dar forma a eles, embora os editais estejam cada vez mais escassos - o edital estadual saiu pela última vez há quatro anos atrás. Alguns recursos que são comuns em outros países, a gente não tem essa base, então o único jeito de fazer filme aqui é a vontade do coletivo. A situação atual é boa, mas há muito material que poderia estar chegando em mais lugares com mais força e mais potência

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Assista ao curta-metragem no Festival Olhar de Cinema, em Curitiba.

Filme live-action dos Cavaleiros do Zodíaco deve chegar em 2018

Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) ganhará uma versão live-action. O filme inspirado no popular mangá/animê  será rodado em inglês e produzido pela Toei Animation em parceria com a ARGF.

Kozo Morishita, presidente da Toei Animation, comemorou a novidade anunciando o projeto que já vinha engatinhando há dois anos:

"Estamos muito animados em fazer essa parceria com a ARGF para levar este título para uma audiência mundial como um filme de ação com atores, esperamos ser o primeiro de muitos."

Tim Kwok, Miguel Faura e Kozo Morishita e o próprio Masami Kurumada, criador da franquia, assumem a produção do filme. Segundo o site Eiga.com, o polonês Tomasz Baginski deve ser o diretor do longa, no entanto, não há nada confirmado. Vale destacar que Baginski também está associado a recém anunciada série da Netflix inpirada no jogo The Witcher. 

Faça elevar, o cosmo dessa produção...

O filme live-action de Cavaleiros do Zodíaco ainda não tem previsão de lançamento, mas é esperado para 2018.

Além do Hype nas Telonas | Uma cilada chamada expectativa

Anteriormente, na nossa série Além do Hype nas Telonas, comentamos sobre trailers enganosos e problemas na montagem de vídeos de divulgação que, de alguma forma, ludibriam o espectador.

Desta vez, nosso assunto é mais voltado ao público. Não, você não tem culpa alguma quanto ao incrível trabalho de publicidade das produtoras, mas, sim, ainda que inconscientemente, você é o responsável por alguns sucessos de bilheteria — mesmo daqueles filmes mais ruins que você saiu xingando da sala de cinema.

Seja por inocência ou por algum motivo desconhecido, muitas vezes, nós acreditamos cegamente nas propagandas. Quem nunca viu um trailer ou leu alguma crítica e ficou extremamente ansioso para ver um determinado lançamento no cinema?

Não adianta, nós somos humanos e caímos nas armadilhas. Muitas das vezes, vamos ao cinema com a confiança de que veremos o melhor filme do mundo. Ok, vamos ser justos, há situações em que todo o escarcéu em torno de um título é justificado, porém é inegável que a gente cai em cada cilada que não tá no gibi, né? E, às vezes, isso sai muito caro!

Então, o nome disso é expectativa. Vamos ao dicionário:

Expectativa: circunstância de alguém que aguarda que algo aconteça, ou sua possibilidade de acontecimento, em dada ocasião;

Bom, a expectativa faz parte de nossas vidas em inúmeros momentos ao longo dos dias, mas, quando falamos de filmes, estamos considerando uma expectativa que começa no trailer no YouTube, cresce nas conversas com os amigos e se desdobra em longas filas. As pessoas presumem coisas, imaginam situações e embarcam na opinião de terceiros sem pestanejar.

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Isso aí é que nem ir ver um filme de Star Wars esperando Jedi, Yoda e a turma toda, e sair da sala triste porque não era Star Wars, porque não tinha Jedi, porque todo mundo falou bem e não era tudo isso... Rogue One que o diga, né?! Este é justamente o ponto que a gente precisa chegar. Até onde vai a expectativa, o hype, a esperança? É hoje, no Café com Filme Repórter!

A expectativa é a pior inimiga do homem

Sabe qual é o grande problema em criar expectativas para os filmes? Geralmente, após o fim da sessão, nos damos conta de que o tombo foi muito grande e, em vez de sair comemorando que vimos “o melhor filme do mundo” (sim, porque no mundo do cinema é tudo ou nada), é normal sair com cara de tacho e com a alegação de que fomos surpreendidos e vimos “o filme mais merda de todos os tempos”.

É claro que a expectativa vem de forma diferente para cada um, até porque isso é relativo ao gosto da pessoa, mas há casos em que a decepção é coletiva. Se a gente pegar filmes como “Quando as Luzes se Apagam” que, baseado num curta-metragem de sucesso, poderia resultar numa excelente história, ficamos chocados com a falta de criatividade e os tropeços bobinhos.

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Agora, um terror desse naipe jamais chega no nível de expectativa de um “Esquadrão Suicida” da vida, que depois dá uma rasteira na plateia. Se você gostou, não precisa ficar ofendido, pois cada um tem sua opinião e — só para esfregar na cara dos fãs da Marvel — esse título até ganhou um Oscar (merecimento é uma conversa que fica para outra publicação).

Novamente voltamos ao problema da trapaça das produtoras, que faz toda uma campanha em torno de um personagem que não tem o mesmo destaque no filme. Decisões questionáveis na produção também entram em pauta, mas é claro que, só pelo trailer, é muito difícil imaginar que a coisa possa desandar tanto. E, falando em DC, o que dizer de “Batman vs Superman”? E olha que sou fã dos personagens e até gostei do filme, mas, francamente viu, que tombo!

Outra tática bem recorrente das produtoras é chegar com os dois pés no peito e anunciar uma continuação muito aguardada, tipo “Independence Day 2” ou “X-Men: Apocalipse” — ok, às vezes, não tão esperada assim. Com nomes de grandes atores, efeitos especiais incríveis e até personagens famosos como subterfúgio, fica fácil dar aquela ludibriada na galera.

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Ah sim, isso também vale para inúmeras obras que se apoiam nos nomes dos diretores, roteiristas e produtores. É normal confiar num cara como Steven Spielberg ou ficar curioso para ver uma obra “das mesmas mentes que nos trouxeram Matrix”, só que um pouquinho de “desconfiometro” não faz mal a ninguém, ainda mais quando você vê que o filme não é muito do seu gênero ou quando esses famosos já não fazem algo que presta faz um tempinho.

Claro que é difícil não ver um filme aguardado desses, até porque, um dia após a estreia, todo mundo vai comentar e soltar spoilers. Por um lado, às vezes, ouvir os amigos pode ser uma boa ideia, porém sempre tem aquele camarada que adorou o filme e você pode deixar se levar pela empolgação alheia. Se isso acontecer muito, é bom rever seus conselheiros.

Novos olhares podem mudar sua vida

Mas, e aí, faz como? Se não dá para confiar nos trailers, se seus amigos “falam groselha” e se nem grandes diretores estão com toda essa moral, como proceder? Não existe uma receita infalível para evitar decepções na vida e isso também vale para o cinema.

Se eu posso dar uma dica nesses casos de blockbusters é: julgue os filmes pelos trailers, afinal, “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Não, isso não quer dizer que você não deve ver mais aquela continuação explosiva do “Velozes e Furiosos” ou perder todos os dez novos títulos da franquia dos Transformers, mas o freio na empolgação pode ser benéfico.

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Às vezes, uma segunda conferida no trailer, com uma análise mais crítica já vai te deixar menos ansioso, porque você vai perceber que tem muitos clichês ali e que uma continuação muito aguardada é só “mais do mesmo”. Isso não é ruim em todos os casos, porém tem gente que sempre reclama disso, então, se você já cansou de uma saga, talvez não seja má ideia aguardar a chegada do filme no Netflix.

Outra boa ideia é parar com manias de conferir todos os trailers que a produtora soltou e mais os spots com “cenas iradas”, e mais os pôsteres, e mais as galerias de imagem. Esse tanto de material publicitário entrega o filme inteiro, aí não sobra surpresa pra telona. Ser controlado e só dar pequenas espiadas ajuda muito a evitar as decepções.

Por fim, mas não menos importante, minha melhor dica é: busque novos horizontes. Chega um ponto da vida em que os filmes de sucesso já não são mais suficientes. Às vezes, um olhar para novos formatos, abordagens diferenciadas, histórias mais reais, direções inovadoras, atores desconhecidos e outros parâmetros pode levá-lo a um novo mundo no cinema.

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Não, esta não é uma mensagem de conversão para você só ver filmes europeus — apesar de que você ficaria surpreso com “A Conexão Francesa” e “Chocolate” —, títulos independentes (e temos aí “A Bruxa” e “A Autópsia” como bons exemplos) ou obras da Idade da Pedra, ainda que existam muitos clássicos como “Psicose” e “O Iluminado” que são indispensáveis.

Então, se você está cansado de passar raiva e gastar muito dinheiro, pode ser que uma boa vasculhada no catálogo do Netflix ou em outros serviços, tipo o Google Play e a Amazon, seja a oportunidade perfeita para mudar seus parâmetros. Melhor do que ter muita expectativa é não ter expectativa nenhuma e se surpreender!

Scarlett Johansson e elenco falam sobre a Seção 9 de “A Vigilante Do Amanhã”

A superprodução da Paramount estreia no dia 30 de março e, para nos deixar ainda mais curiosos, a produtora liberou um conteúdo especial: divulgou um vídeo com os atores principais falando sobre seus personagens. 

Líder da Seção 9, força-tarefa que combate crimes tecnológicos, Major (Scarlett Johansson) conta com uma equipe formada tanto por ciborgues como por humanos, em “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”.

No vídeo, o diretor Rupert Sanders e o elenco do filme falam sobre  o time que ajudará a Major a enfrentar um perigoso hacker que está invadindo a mente das pessoas e controlando suas ações.

A trama da produção, que estreia na próxima semana, se passa em um futuro próximo e gira em torno da caminhada de Major. Ela é a primeira de sua espécie: uma humana que foi ciberneticamente melhorada, com a função de deter os avanços de crimes tecnológicos e cibernéticos. Na medida em que se prepara para enfrentar um novo inimigo, ela passa a se questionar cada vez mais sobre a sua verdadeira origem.

Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o elenco também inclui Beat Takeshi Kitano, Juliette Binoche, Michael Pitt, Pilou Asbæk, Kaori Momoi, Chin Han, Danusia Samal, Lasarus Ratuere, Yutaka Izumihara e Tuwanda Manyimo.

Vídeo desconstrói a épica batalha de Helm's Deep em O Senhor dos Anéis

O canal Nerdwriter1, no YouTube, publicou um vídeo desconstruindo a batalha final de O Senhor dos Anéis fazendo uma explicação de como filmar uma guerra épica e ser bem sucedido.

O autor do vídeo mostra as cenas de luta e comenta sobre como Peter Jackson utilizou o jogo de câmeras e som para criar as cenas. Contendo seis minutos de conteúdo, o vídeo já possui mais de 100 mil visualizações.

Segundo o dono do canal, para criar um momento épico em uma batalha são necesários inúmeros fatores. Dentre eles, um dos mais importantes é saber fazer um contraste funcional.

Exemplificando, o autor mostra como Peter Jackson estabelece este contraste utilizando o som e o teor sentimental nas cenas, como demonstrar passagens de absoluto silêncio e logo em seguida entrar gritos de guerra de um exército orc, ou então mostrar piadas entre os personagens seguidas de choro e sofrimento de um batalhão caído.

Nerdwriter ainda afirma que a estratégia de usar o contraste sonoro nasceu com os antigos filmes de Western, ou bang-bang, onde havia um silêncio por parte dos atores contendo apenas os efeitos sonoros da paisgem, seguido de um grande tiroteio.

O autor mostra também um gráfico de ascenção e decadência do exército dos protagonistas, demonstrando uma forma de brincar com os sentimentos do público. Ao fechar o vídeo, o dono do canal cita o uso da câmera lenta com a trilha sonora e exemplifica com a chegada de Gandalf, o branco, na batalha final.

Assista abaixo ao vídeo do Nerdwriter. A publicação não possui legendas em português, mas é possível entender o conteúdo.

Canal Futura abre edital para seleção de curtas documentais

O Canal Futura abriu as inscrições para o 9º Chamado Público do Futura Para a Produção de Documentários de Curta Duração. Os filmes selecionados entram para a programação do Curtas 2017 e serão exibidos na televisão no Canal Futura e também no Futura Play.

Diferente dos anos anteriores, as inscrições para o seleção 2017 serão realizadas por e-mail. Basta enviar sua proposta para o endereço [email protected] juntamente com a ficha cadastral (Pessoa Física ou Jurídica) e as documentações correspondentes descritas no edital.

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Veja o cronograma:

  • Inscrições (10/01/2017 a 03/02/2017)
  • Análise das propostas (até 16/02/2017)
  • Divulgação dos selecionados no site www.futura.org.br (17/02/2017)
  • Contratação e recebimento da 1ª nota fiscal (20/02/2017 a 10/03/2017)
  • Pagamento da 1ª parcela (em até 15 dias úteis após o recebimento da nota fiscal)
  • Envio do manual técnico para realizadores (até 10/03/2017)
  • Produção dos episódios selecionados (13/03/2017 a 07/07/2017)

Turma da Mônica Jovem apresenta primeira personagem através do YouTube

Anunciado durante a CCXP 2016, o live action da Turma da Mônica Jovem ainda não teve roteiro e ou elenco revelado, mas está com estreia prevista para o segundo trimestre de 2018. Apesar da falta de informações, a primeira personagem do longa foi apresentada de uma forma não muito convencional, através de um canal no YouTube.

Ramona é o nome da integrante da turma e já possui cinco vídeos em seu próprio canal, Ramona TMJ, na plataforma de vídeos. A menina já apresenta seus gostos, sua simpatia e sua individualidade.

Ramona é, na verdade, a atriz Amanda Torre, de 13 anos de idade, que adotou essa responsabilidade de estrelar uma personagem pouco conhecida pelos leitores. Além do canal, a personagem possui um blog e contas no Instagram e Pinterest.

Segundo a divulgação do filme, essa ideia se estenderá para os outros personagens da Turma da Mônica até o lançamento. O restante do elenco ainda não foi divulgado, pois ainda está em processo de casting livre, ou seja, se você deseja participar do teste para fazer parte do filme e tem até 17 anos de idade, basta preencher sua ficha de inscrição.