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“Pulsão” mostra impacto das redes sociais na política - Estreia grátis em 04/09

Não é novidade alguma que o Brasil está uma verdadeira bagunça nos últimos anos, principalmente em questão política. Isso claramente se reflete em extremismos tanto por parte do povo quanto por parte dos candidatos e representantes governamentais. Momentos extremos são bem complicados, o que naturalmente gera estudos, pesquisas e reflexões das mais variadas formas.

Uma das mídias mais recorrentes para ampliação do debate são os longa-metragens, principalmente os documentários que têm o poder do audiovisual apoiado em documentos reais e até mesmo conteúdos midiáticos de outras plataformas. Assim, com base nesse cenário do Brasil atual, na sexta-feira, 4 de setembro, acontecerá o lançamento virtual do documentário Pulsão.

Dirigido por Di Florentino e com pesquisa e roteiro de Sabrina Demozzi, o documentário faz um mergulho no uso crescente das redes sociais para ativismo político, e a influência que estas mídias tiveram nos grandes acontecimentos políticos dos últimos anos, começando nas manifestações de 2013, passando pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff e culminando na eleição de Jair Bolsonaro.

Veja o trailer do documentário Pulsão:

Em produção desde 2016, o Pulsão passou por diversas transformações. A ideia inicial era que o filme fosse um simples registro do Circo da Democracia, evento que reuniu em Curitiba diversas figuras políticas e acadêmicas para debater a conjuntura política da época. De lá para cá, muita coisa mudou, e o Pulsão também: “como o material é muito importante historicamente, a gente queria transformá-lo em um longa-documental”, contou o diretor de Di Florentino.

“Em conversas com os envolvidos na concepção da obra e uma vontade de tratar de temas que estavam aflorando na época, como é o caso dos efeitos da desinformação nas redes sociais e do uso dos algoritmos para disseminar o ódio, surgiu o Pulsão”.

Realizado sob o selo da Trópico, produtora audiovisual fundada por Florentino, Pulsão não foi o primeiro trabalho do diretor a examinar a esfera política brasileira. A Trópico produziu uma websérie documental chamada #manifesto - política de pessoa para pessoa, que acompanhou as manifestações contra e a favor da saída de Dilma Rousseff da presidência da República.

Outros projetos realizados foram o #nosmanteremosfirmes, curta-metragem sobre a Primavera Secundarista com a participação da atriz Letícia Sabatella, e o documentário Acima da Lei, premiado no Olhar de Cinema e que tratou do primeiro encontro entre o ex-presidente Lula com o então juiz da Lava-Jato, Sérgio Moro.

Por conta da pandemia de Covid-19, Pulsão terá seu lançamento online no dia 4 de setembro, às 19h. O filme ficará disponível gratuitamente por tempo indeterminado. É possível se inscrever no site do filme para ser informado do lançamento.

Telecine exibe Bacurau de graça no YouTube

Para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro, o Telecine decidiu exibir nesta quinta-feira, dia 18 de Junho, o filme "Bacurau" de forma totalmente gratuita em seu canal do YouTube, contando ainda com a participação do elenco.

A exibição do filme será realizada em uma live no canal, sob o comando de Renata Boldrini. A apresentadora vai abrir e encerrar a live, compartilhando diversas curiosidades sobre a produção, enquanto o elenco irá interagir com o público em tempo real durante a exibição do filme. Os atores Silvero Pereira, Thomas Aquino e Karine Telles estarão disponíveis para responder os fãs, ao lado dos diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

Além disso, a sessão também contará com legendas em português, para que o filme possa ser acompanhado por pessoas com deficiência auditiva. Durante a exibição, será compartilhado um QR Code da plataforma Para Quem Doar. A iniciativa, criada pelo Grupo Globo, levanta dinheiro para “quem está trabalhando incansavelmente para combater e prevenir os impactos da pandemia do novo coronavírus no país”. E se puder, fique em casa.

Para saber mais sobre a trama, todos as informações técnicas e conferir o trailer, acesse a ficha completa aqui. A exibição acontece às 18 horas, então é bom estar pronto alguns minutos antes para evitar a correria. Para acompanhar, basta acessar o canal do Telecine no YouTube, clicando aqui.

Lista | Filmes brasileiros recentes que merecem sua atenção!

O mês de junho é considerado como o mês do cinema nacional, uma vez que o dia 19 de junho foi definido como o Dia do Cinema Brasileiro. Em outros anos, alguns cinemas preparavam programações especiais nessa época, trazendo alguns filmes premiados, elogiados pela crítica ou de grande sucesso para o público de volta às telonas.

Contudo, com a pandemia em 2020, a comemoração ficou restrista às plataformas online. A Apple, em parceria com diversas distribuidoras, resolveu separar alguns filmes com preços promocionais para incentivar os espectadores a conhecerem algumas obras mais recentes ou a reverem filmes de sucesso.

É claro que este tipo de ação tem um fundo comercial importante para às distribuidoras numa época em que os cinemas passa por dificuldades de operação, porém o mais interessante é que esta pode ser uma ótima oportunidade para ver filmes que você talvez nem sabia da existência - e por um preço camarada.

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Vale notar que, nos aplicativos da Apple, você pode ver as prévias dos filmes. Os títulos com valores promocionais podem ser alugados por R$ 4,90 ou comprados por R$ 9,90 através do iTunes movies ou da Apple TV.

Filmes brasileiros recomendados

Aproveitando o gancho, nós resolvemos trazer algumas listas para relembrar toda a glória do nosso cinema e também para incentivar você a conhecer algumas dessas pérolas. Nesta primeira lista, separamos filmes recentes (que estrearam nos últimos cinco anos) e que se destacaram mundialmente — sendo que temos até obras que participaram de premiações, como "Democracia em Vertigem" que concorreu ao Oscar 2020.

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Outros filmes nesta lista foram indicados para o Oscar, mas acabaram não concorrendo. Todavia, o intuito não é apenas indicar obras polêmicas ou aclamadas, sendo que temos abaixo longas dos mais variados gêneros, alguns que talvez passaram despercebidos pelo seu radar, como é o caso da comédia "Happy Hour" e do suspense "Albatroz" (que estavam nos cinemas no ano passado) ou do terror "O Animal Cordial".

Os filmes estão ordenados pela data de estreia, do mais recente para o mais antigo. Confira as sinopses e trailers e aproveite os links para assistir aos seus favoritos nas plataformas online.

Importante: nem todos os filmes listados estão na promoção ou cadastrados na Apple TV.

Em breve, traremos mais listas com obras brasileiras que recomendamos.

Filmes do Caso Richthofen, Paramount, Universal e Disney são adiados por causa do Coronavírus

Já temos a primeira vítima do novo Coronavírus (Covid-19) no cinema nacional. A Galeria Distribuidora e Santa Rita Filmes, empresas responsáveis pelas adaptações cinematográficas do Caso Richthofen — A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais — emitiram uma nota anunciando o adiamento do lançamento das produções em decorrência da pandemia.

"A saúde e o bem-estar do público são prioritários para a Galeria Distribuidora e a Santa Rita Filmes. Por esta razão, o lançamento dos filmes A MENINA QUE MATOU OS PAIS e O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS, sobre o caso Von Richthofen, será adiado pela pandemia de Coronavírus (Covid-19), decretada pela Organização Mundial da Saúde".

Previamente agendados para o dia 2 de abril, os longas — que vão contar as duas versões da história de Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos, que planejaram e executaram os pais da garota em outubro de 2002 — foram adiados por tempo indeterminado, apesar de ainda estarem previstos para este ano. 

A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou meus Pais traz Carla Diaz e Leonardo Bittencourt como Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, respectivamente. Com direção de Maurício Eça e roteiro da criminóloga e escritora Ilana Casoy, os filmes se baseiam diretamente nos autos processuais do caso e cada filme apresentará uma versão diferente conforme as narrativas emergiram nos depoimentos oficiais dos envolvidos.

As produções são os primeiros títulos nacionais a entrarem na lista de longas afetados pela pandemia, que já decretou o adiamento de 007 Sem Tempo Para Morrer, Um Lugar Silencioso - Parte II e Velozes & Furiosos 9. Além destes, a Disney também emitiu nota confirmado o adiamento de outras três produções, MulanOs Novos Mutantes e Espíritos Obscuros.

Segundo a nota divulgada pela Disney, Mulan (prevista para 26 de março), Os Novos Mutantes (2 de abril) e Espíritos Obscuros (16 de abril) seguem previstos para 2020, mas sem data definida. Vale destacar que os dois últimos são produções da subsidiária 20th Century Studios (a antiga Fox).

Crítica do filme Aspirantes | Uma vida em jogo

No país do futebol, nem sempre é a paixão que move o time ou jogador. Às vezes o misto de sentimentos antes e depois de entrar em campo resulta em raiva, tristeza e inveja. Com a intenção de mostrar o contexto social que está presente no esporte, o filme “Aspirantes” de Ives Rosenfeld chega às telas de cinema para o público.  

Sabe aquela história bonita de superação, que depois do jogador enfrentar diversas adversidades conquista a tão sonhada posição na equipe? Pois é, esqueça esta ideia. A história de Júnior (Ariclenes Barroso), atleta de um pequeno clube no interior do Rio de Janeiro, é outra. 

Com pés no chão e bola rolando em campo, Ives Rosenfeld retrata as facetas da realidade de um menino que enxerga o futebol como a sua única saída da pobreza. Porém, o seu sonho fica cada vez mais distante ao saber que a sua namorada está grávida, sua relação com o padrasto não é das melhores e seu rendimento no treino não é o suficiente para se tornar um destaque. 

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Ninguém confia no potencial de Júnior, nem ele mesmo. Como tornar real o que é quase impossível? Dessa maneira, o diretor escolhe mostrar o ponto de vista de quem não está ganhando e, sim, perdendo. O ritmo do filme é lento, quase que arrastado. Mas, com uma única intenção: mostrar a jornada do anti-herói de Júnior. 

Com poucos diálogos e pequenos pontos de viradas no decorrer da história, Aspirantes busca revelar nos pequenos detalhes as mudanças que ocorrem com  protagonista. Sem árbitro no filme, o  espectador é obrigado a treinar o olhar e usar toda a sua empatia para compreender o que está acontecendo com o atleta. Nem sempre os problemas são debatidos verbalmente. 

O silêncio torna-se gritante no decorrer do longa. É tão incômodo e angustiante que sentimos a revolta, o medo e até o sentimento de inveja crescer no olhar e no sorriso de Júnior.  A interpretação de Ariclenes Barroso recebe a difícil missão de carregar o filme até o desfecho final, que assim como uma partida de futebol, o tempo é inimigo de quem está perdendo. Até o mesmo do próprio longa.

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A falta de velocidade na narrativa e pouco aprofundamento em pequenas histórias que são retratadas não auxiliam na construção do protagonista. Dessa forma, o filme transmite a sensação de ser um fato episódico que acontece na vida de Júnior sem uma conclusão, como se fosse uma partida de futebol que começa leve e esperançosa que caminha para o desespero e apita o árbitro. Fim. 

Não é um filme sobre o sonho de ser jogador profissional, mas de quem precisa e enxergar o esporte como a única forma de ser alguém. Histórias bonitas ganham o coração de quem assiste, mas um pézinho na realidade revela algo muito maior no cinema: a vida. Próximo da veracidade social do futebol, Aspirantes conquistou os prêmios de melhor filme da crítica na 39 Mostra de Cinema em São Paulo e no  Festival Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira 2015

M8, novo longa de Jeferson De, está na seleção do Festival do Rio

“M8 – Quando A Morte Socorre A Vida”, dirigido pelo cineasta Jeferson De (do premiado "Bróder") é baseada no livro homônimo de Salomão Polakiewicz e conta a história de Maurício (Juan Paiva), um calouro da prestigiada Universidade Federal de Medicina, primeiro aluno negro cotista. A Migdal, produtora do filme, anuncia hoje, Dia da Consciência Negra, que M8 está selecionado para participar do Festival do Rio e estreia no primeiro semestre de 2020.

No Dia da Consciência Negra, a Migdal anuncia que ‘M8’, longa de Jeferson De, está na seleção do Festival do Rio e também aproveita a data para lançar oficial o grupo do Facebook “Resistência M8”.

Filme conta a história do primeiro aluno cotista da Universidade Federal de Medicina

Em sua primeira aula de anatomia, Maurício é apresentado a M8 (Raphael Logam), corpo que servirá para estudo dele e dos amigos durante o primeiro semestre. Em uma jornada permeada de mistério e realidade, Maurício enfrenta suas próprias angústias para desvendar a identidade desse rosto desconhecido.

Ele e os amigos Suzana (Giulia Gayoso), Domingos (Bruno Peixoto) e Gustavo (Fábio Beltrão) formam uma turma que vive as dificuldades e as descobertas do primeiro ano da vida universitária. Dia após dia, eles são confrontados com a aspereza do mundo adulto e têm que fazer escolhas nem sempre fáceis. M8 é distribuído pela Paris Filmes/Downtown Filmes.

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O elenco de "M-8 — Quando A Morte Socorre A Vida" conta com Zezé Motta (Ilza), Ailton Graça (Sá), Alan Rocha (Sinvaldo), Rocco Pitanga (policial), Dhu Moraes (Mãe de Santo), Léa Garcia (Dona Angela), Henri Pagnoncelli (Prof. Djalma), Malu Valle (Carlota) e Lázaro Ramos, que faz uma participação especial.

Além da direção, Jeferson De também assina o roteiro do longa, ao lado de Felipe Sholl. A produção é de Iafa Britz e Carolina Castro, com produção executiva de Romulo Marinho Jr.

Listas | A República é velha, mas o cinema é atemporal

É pessoal, quanto mais as coisas mudam, mais elas ficam as mesmas. Em 15 de novembro de 1889 a turma maçônica do quartel resolveu tirar o barbudão que já não aguentava mais tocar o "império". Enquanto "Os Soberanos do Mundo" estavam de boas, lembrando como foi massa o bailão da Ilha Fiscal, Manuel Deodoro da Fonseca juntou uma trupe e partiu de mansinho pra um role em uma praça no centro do Rio.

Como o gole tava curto a turma resolveu fazer calor e quando perceberam tinham iniciado um golpe de Estado político-militar e instaurado a republica presidencialista brasileira. Ao destituir o chefe, o imperador D. Pedro II, a galera do Deodoro assumiu o poder no país, instituindo um governo provisório republicano, que se tornaria a Primeira República Brasileira. Pedrão tava largado demais, o Deodoro mandou a real e disse para ele "pedir pra sair" e se mandar pro exílio, e o barba tava tão na dele que só disse:

 "Se assim é, será minha aposentadoria. Trabalhei demais e estou cansado. Agora vou descansar"

Com os coroa e a coroa fora, a República começou a tocar os Estados Unidos do Brasil, que desde aquela época pagava pau para gringo. O problema é que mudou tudo e tudo ficou igual e ninguem gosta de levar chibatada, não importa se quem segura o chicote é rei, presidente ou marechal.

Nessa época rolou muito pancadaria pra ver se era melhor apanhar da polícia ou dos bandido. O pior é que a turma do Deodoro tinha zero paciencia e se você reclamasse da desigualdade social, dos aumentos nos impostos, do racismo, da zoeira na política e outras coisas que já não afligem mais a nossa grande nação era só questão de tempo até a matadeira assobiar. Por conta de tudo isso é difícil enteder bem a República Velha, e olha que nem estamos falando de Star Wars, siths e jedis

Para ajudar vocês a entenderem um pouco mais do tumulto que foi essa parada, que só foi terminar quando deram outro golpe lá em 1930, a gente preparou uma listinha de filmes que retratam um pouco do clima e dos conflitos que rolaram durante toda a República Velha. Daquele pessoal antivacina e os corre que o Oswaldo Cruz teve que dar, até os massacres de Canudos e do Contestado com seus Inri Cristo da depressão, ou ainda a Revolução Federalista que literalmente deixou muita gente degolada pelos pampas.

Cine-PE | Festival Audiovisual chega à sua 22ª edição

O Festival Audiovisual Cine PE chega à sua 22ª edição. Mantendo posição de destaque no cenário audiovisual brasileiro e internaciona, o Cine PE promete trazer uma seleção plural e diversificada. Previsto para acontecer entre os dias 29 de maio a 4 de junho, o festival recebeu mais de 500 inscrições de curtas e longas-metragens.

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Do número total de inscritos, 419 produções são de curtas-metragens, sendo 111 documentários, 287 obras de ficção e 21 de animação. A maioria das produções vem do Sudeste (285), sendo que os números da edição de 2018 incluem 135 filmes de São Paulo, 120 do Rio de Janeiro, 39 de Pernambuco e 35 de Goiás. Dentre os mais de 500 inscritos serão selecionados 8 curtas para a Mostra de Curta Metragem Pernambuco, 16 para a Mostra de Curta Metragem Nacional e 6 longas para a Mostra de Longa Metragem.

O festival ocorrerá no Cinema São Luiz, no Centro do Recife, e além das mostras competitivas também contará com lançamentos, exibição de filmes hors concours, debates, workshops e homenagens. Confira os destaques da programação:

ABERTURA

  • Mulheres Alteradas (Luis Pinheiro)

COMPETIÇÃO - LONGAS

  • Os Príncipes (Luiz Rosemberg Filho)
  • Henfil (Angela Zoé)
  • Meu Tio e o Joelho de Porco (Rafael Terpins)
  • Marcha Cega (Gabriel Di Giacomo)
  • Christabel (Alex Levy-Heller)
  • Dias Vazios (Robney Bruno Almeida)

COMPETIÇÃO - CURTAS

  • Banco Brecht, de Tiago Aguiar e Marcio Souza)
  • Não Falo com Estranhos, de Klaus Hastenreiter)
  • Sob o Delírio de Agosto, de Carlos Kamara e Karla Ferreira)
  • Lençol de Inverno (Bruno Rubim)
  • Teodora Quer Dançar (Samantha Col Debella)
  • Sweet Heart (Amina Jorge)
  • Abismo (Ivan de Angelis)
  • Balanceia (Juraci Júnior e Thiago Oliveira)
  • Plantae (Guilherme Gehr)
  • Insone (Breno Guerreiro e Débora Pinto)
  • Através de Ti (Diego Tafarel)
  • Peripatético (Jessica Queiroz)
  • Marias (Yasmim Dias)
  • Universo Preto Paralelo (Rubens Passaro)
  • Cine S. José (Adalberto Oliveira)
  • Vidas Cinzas (Leonardo Martinelli)

COMPETIÇÃO - CURTAS PERNAMBUCANOS

  • Cara de Rato (Benedito Serafim)
  • Seja Feliz (Diego Melo)
  • Edney (João Roberto Cintra)
  • Deep Dive (Pedro Arruda)
  • O Consertador de Coisas Miúdas (Marcos Buccini)
  • Uma Balada para Rocky Lane (Djalma Galindo)
  • Dia-Um (Natália Lima)
  • Frequências (Adalberto Oliveira)

 

Live action da Turma da Mônica ganha primeira imagem oficial

Turma da Mônica - Laços

Com data de estréia prevista para julho de 2018, o filme live-action da Turma da Mônica ganhou a sua primeira imagem com a turma devidamente caracterizada. A Maurício de Sousa Produções divulgou a foto do elenco de Turma da Mônica – Laços e mostrou que Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão), Giulia Barreto (Mônica) e Laura Raseo (Magali) estão bem a vontade na pele dos persongens. 

Daniel Rezende (Bingo: O Rei das Manhãs) terminou as filmagens em fevereiro e pelo que podemos ver parece que os fãs não terão muito do que reclamar. O roteiro de Thiago Dottori (o mesmo de VIPs) adapta para as telonas o quadrinho Laços, lançado pela GraphicMSP e conta com produção da Biônica Filmes, Latina Filmes e Quintal Digital.

Podcafé 034: Representatividade em pauta neste Dia da Consciência Negra

Tem somente seis anos que o Brasil implantou oficialmente o dia da morte de Zumbi dos Palmares como sendo o Dia Nacional da Consciência Negra no país: 20 de Novembro.

Mais do que um dia para ser celebrado, ele é utilizado pelo movimento negro como uma data para refletir, questionar, discutir e incentivar ações de igualdade racial e combate ao preconceito.

Como uma grande ferramenta de discussão e questionamento social, o cinema não pode ficar - e nem vem ficando - de fora dessa conversa. É por isso que, nesse Podcafé de número 34, a gente convida você a conversar um pouco sobre a presença negra no cinema, na frente e por trás das câmeras.

Que tipos de papéis as pessoas negras estão conseguindo interpretar no cinema? Temos protagonistas e personagens consistentes e complexos com a pele negra, ou continuando oferecendo a estas atrizes apenas interpretações secundárias ou de escravas, empregadas domésticas e viciadas em drogas? Nossos vilões continuam sendo negros, em contraposição aos mocinhos brancos?

E quem são os atores que conseguiram romper este ciclo e se tornaram às exceções à regra, contribuindo para mudar esta realidade?

Em ano de estreia de “Pantera Negra”, o mesmo ano em que “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, um filme protagonizado por homens negros, foi vencedor do Oscar, e que tivemos Viola Davis também escolhida na categoria de Melhor Atriz, e Mahershala Ali como Melhor Ator Coadjuvante, entre outras premiações e indicações recorde para artistas negros, tudo indica que as coisas estão mudando para melhor. Será que estão mesmo?

Tudo isso e muito mais você confere assim que apertar o play, logo em seguida. Chega mais!

Curtiu esse bate-papo? Deixa sua opinião aqui nos comentários! Importante lembrar que nossa equipe é formada apenas por ~Dear White People, mas que a gente gostaria muito de ouvir pessoas que estejam em um lugar de fala mais adequado do que a gente.

Se você tem uma visão diferente da gente sobre a presença negra do cinema, gostaríamos muito de ouvir o que você tem a dizer! :D