My Policeman | Trailer legendado e sinopse

Baseado no livro homônimo de Bethan Roberts, "My Policeman" conta a história do policial Tom Burgess (Harry Styles) e Marion (Emma Corrin), que se encontram na costa de Brighton durante os anos 1950 e se envolvem em uma intensa paixão.

No entanto, tudo muda quando Patrick Hazelwood (David Dawson) entra em suas vidas e se encanta por Tom. Apesar de ilegal à época, os dois se apaixonam e vivem um amor paralelo. Essa relação com Burgess abre uma nova dinâmica no seu relacionamento com Marion, mas o ciúme acaba com o acordo.

Anos depois, Patrick reaparece e balança as estruturas de Tom e Marion, agora oficialmente casados. #MyPoliceman, estrelado por #HarryStyles, com roteiro de Ron Nyswaner e direção de Michael Grandage, chega dia 04 de novembro de 2022 somente no #PrimeVideo.

A Pequena Sereia (2023) | Trailer legendado, dublado e sinopse

"A Pequena Sereia" conta a história de Ariel (Halle Bailey), a filha mais nova do Rei Tritão (Javier Bardem), o governante do reino subaquático Atalantica. Ariel, já fascinada pelo mundo dos humanos, apaixona-se profundamente pelo belo príncipe Eric (Jonah Hauer-King) depois de salvá-lo durante um naufrágio, e resolve encontrá-lo no mundo acima da água. Sua busca a coloca em conflito com seu pai e nas garras da intrigante bruxa do mar Ursula (Melissa McCarthy).

Critica Thor: Amor e Trovão | Desventuras existenciais do viking espacial

No que só consigo descrever como uma "farsa teatral", Taika conduz um filme que não tem medo de ser ridículo. Thor: Amor e Trovão é o proverbial "filme Sessão da Tarde" contemporaneo; leve, divertido e com uma boa dose de ação. A despretensiosidade do título faz com que o espectador não se preocupe com qualquer desdobramento do MCU, das ameaças cósmicas ou do colapso iminente do multiverso; tudo o que importa é que Thor Odinson está em cena!

Extrapolando ao máximo varias ideias com as quais já havia experimentado em Thor Ragnarok, Waititi mistura gêneros, abusa da caricatura e nunca se deixa levar a sério. Thor: Amor e Trovão não é nem perto de perfeito, mas em nenhum momento parece almejar tal status. Taika Waititi e seu elenco embarcam nessa jornada sabendo o destino, mas sem se importar com o trajeto. O diretor e os atores experimentam o tempo todo ao logo da película, mesmo que nem sempre com sucesso.

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O elenco entrega tudo o que se espera de nomes como Christian Bale, Natalie Portman, Tessa Thompson , Chris Hemsworth e Russell Crowe — que beira o ofensivo em uma versão deliciosamente caricata de Zeus. Cada um, com seu estilo, consegue transformar personagens “unidimensionais” em figuras que chamam a atenção o suficiente para preencher algumas lacunas do roteiro.

Muito acaba se perdendo ao logo do caminho, mas o que chega até o final é mais do que suficiente para entreter e mostrar que é sim possível quebrar o molde dos filmes de heróis. Thor: Amor e Trovão não supera seu predecessor na franquia do deus nórdico da Marvel, mas é um filme que entende seu lugar dentro do MCU, ao mesmo tempo em que parece não se importar com isso.

Ana Raio e Zé Trovão

Sem perder tempo, Waititi nos joga direto na ação seguindo diretamente após os eventos de Vingadores: Ultimato, vemos Thor acompanhando os Guardiões da Galáxia em missões espaciais enquanto busca pela sua verdadeira essência. Logo a trupe do viking espacial encontra o rastro de morte deixado por Gorr, um vilão em busca de vingança contra todos os deuses do cosmos.

Para impedi-lo, Thor e Korg, seu trovador, partem para Nova Asgard para recrutar o auxílio da Valquíria, apenas para descobrir que o Mjölnir (seu ex-martelo) foi restabelecido e agora é empunhado por Jane Foster (sua ex-namorada), ou melhor a Poderosa Thor. Odinson acredita que a força combina dos três guerreiros não será suficiente para parar Gorr, e resolve tentar a sorte convocando outros deuses de outros panteões para ajuda-lo nessa batalha.

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Apesar de estar permeado de temas e personagens interessantes, o roteiro nunca deixa folego suficiente para estes possam se desenvolver. O humor sempre preenche os vazios e qualquer conflito pessoal interno acaba invariavelmente se transformando em uma risada.

A grande verdade é que as piadas funcionam, mesmo que de um jeito infantil, e fazem com que ninguém precise falar de assuntos mais sérios. Porém, entre uma piada e outra, e são muitas, Amor e Trovão tenta entender a essência do herói e até apresenta uma delicada história sobre pessoas procurando por um sentido na vida, seu lugar no universo, sua mortalidade e até mesmo seu relacionamento com o divino. 

Deus está morto... talvez

Adaptando, muito livremente, os arcos das histórias em quadrinho Carniceiro dos Deuses (2012) e A Poderosa Thor (2014), o filme nunca alcança todo o potencial das sagas comandadas por Jason Aaron. Waititi parece ter entendido muito bem a essência de ambos os quadrinhos, haja vista a forma competente como o diretor contrapõem Gorr e a Poderosa Thor.

Todavia, a avalanche de piadas e pressa narrativa rouba muito do desenvolvimento de ambos personagens. O pouco que vemos de Gorr é trabalhado mais pelo talento de Christian Bale do que pelo desenrolar natural da trama. Uma criatura incrivelmente complexa que injeta temas niilistas em um filme de ação cujo super-herói é uma divindade garantiria por si só uma longa exposição e desdobramentos filosóficos que certamente chamariam a atenção do público.

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Enquanto isso, a luta de Jane Foster, vulgo a Poderosa Thor, tenta transformar sua dor em esperança. Sem deixar de evocar conceitos teológicos, de mortalidade, do divino e como humanos e deuses lidam com a vida e a morte, o filme tenta trazer isso a tona, mas sem muita profundidade. 

Assim como Christian Bale, Natalie Portman extrai o máximo da sua Jane Foster, porém, o ritmo acelerado do filme não deixa muitas conexões se estabelecerem e no final, todas as subtramas não expõem toda sua capacidade. Fica um sentimento anticlimático de que algo está faltando, que havia muito mais por detrás das cortinas e demos apenas uma espiadela por entre os panos.

Se você não espera vislumbres fenomenológicos heideggerianos sobre o Ser-aí-no-mundo, Amor e Trovão vai te agradar em cheio!

Os problemas de Thor: Amor e Trovão derivam todos de um mesmo ponto, a sua pressa. Parece haver uma ansiedade generalizada que não permite que o roteiro tenha seus momentos mais lentos, que os personagens possam desenvolver suas emoções e que o espectador possa respirar.  Toda essa celeridade ajuda em muito a manter o ritmo elevado, e entregar piadas com muita suavidade, mas sem dúvida prejudica a dramaticidade de toda a história.

Ingresso para o Paraíso | Trailer legendado, dublado e sinopse

Wren Butler (Billie Lourd), uma recém-formada na Universidade de Chicago que acompanha sua melhor amiga Lily (Kaitlyn Dever ) em um passeio em Bali. A decisão abrupta de Lily de se casar com um local balinês faz com que seus pais tentem impedi-la de repetir o mesmo erro que eles cometeram 25 anos atrás. Wren fica em Bali para as festividades de noivado/casamento e, no processo, encontra seu próprio amor com um médico local.

Blonde (2022) | Trailer legendado e sinopse

Baseado em no livro homônimo de Joyce Carol Oates, Blonde é uma especulação da vida de Norma Jeane Mortenson (Ana de Armas) até se tornar a sex symbol, atriz e modelo da década de 1950 e 60, Marylin Monroe. Uma história reimaginada da vida  privada da estrela que pinta um retrato fictício da vida dela, contado através das lentes modernas da cultura das celebridades.

O Tempero da Vida | Trailer legendado e sinopse

O chef Cheng viaja com seu filho para uma aldeia remota na Finlândia a convite de um velho amigo que conheceu em Xangai. Mas ninguém na aldeia parece conhecer o tal amigo, então a dona do café local oferece alojamento a Cheng em troca de ajuda na cozinha. Aos poucos, o chef vai conquistando a todos com as delícias da culinária chinesa.