Jesus de Nazaré - O Filho de Deus | Trailer dublado e sinopse

Desde o celebrado momento do seu nascimento até a sua chegada em Jerusalém para ir de encontro com a crucificação, a história de Jesus de Nazaré foi um marco que perdura até hoje na forma como nos moldamos como sociedade. Pouco antes de cumprir seu destino na Terra, Jesus passa por um longo retiro de 40 dias pelo deserto da Judeia, atravessando diversos tipos de obstáculos, provações e tentações.

Divaldo - O Mensageiro da Paz | Novo trailer oficial e sinopse

Nascido na pequena cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia, Divaldo convive com a mediunidade desde os 4 anos de idade. Perturbado com o que vê, rejeitado pelas outras crianças e reprimido pelo pai, o garoto não tem uma infância fácil. Aos 17 anos, se convence de que é inútil tentar negar seu dom. Com o apoio da mãe, entra em contato com o espiritismo e muda-se para Salvador para estudar a doutrina. Sob a orientação de sua guia espiritual, Joanna de Ângelis, o jovem supera a saudade da família e a solidão da cidade grande e abraça sua missão. Poucos anos depois, aquele estranho menino de Feira de Santana torna-se um dos médiuns mais importantes de todos os tempos e abre mão de sua vida pessoal para dedicar-se à caridade.

Um Verão Inesquecível | Trailer oficial e sinopse

Após a morte do pai, Jake e sua mãe, Alyssa, se mudam para uma pequena cidade praiana, onde vive o seu avô, Lou. Enquanto Alyssa busca um novo emprego, Jake tenta se adaptar à mudança, mas acaba fazendo mais inimigos do que amigos. Ao descobrir que o seu avô é uma verdadeira lenda do surf, o jovem irá encontrar uma nova razão de viver.

Nada a Perder 2: Não se Pode Esconder a Verdade | Novo trailer oficial e sinopse

Segunda parte da cinebiografia do líder religioso Edir Macedo. Baseado em eventos reais, Nada a Perder revela os episódios mais marcantes da vida de Edir Macedo. A história do país nos anos 60, 70, 80 e 90 é pano de fundo para a trajetória do líder religioso, sempre cercada de momentos difíceis, polêmicos e controversos, como sua prisão em 1992, em São Paulo.

Crítica do filme Suspiria - A Dança do Medo | Você acredita em bruxas?

É muito injusto compara o trabalho de Luca Guadagnino com a obra-prima do mestre Dario Argente. Lançado originalmente em 1977, o clássico Suspiria foi um marco do gênero, apresentando uma narrativa diferente, misturando terror e suspense com um estilo “gótico-lisérgico”.

A Dança do Medo, epiteto da refilmagem comandada por Guadagnino, acerta o tom para apresentar uma boa história de bruxas para uma nova geração de fãs de terror. O grande problema são as inevitáveis comparações com o original.

Como um fã de Argento, não compreendo o conceito por trás de refilmar Suspiria, mas ao assistir o trabalho de Luca Guadagnino eu entendo seus méritos e considero o filme uma espécie de anzol, uma ferramenta para fisgar o espectador e puxá-lo para dentro do barco de Argento. A Dança do Medo é um bom filme, mesmo que desnecessário em sua essência, e fãs de um bom suspense sobrenatural ficaram bem servidos, mesmo que a nostalgia ainda nos chame de volta ao clássico de Argento.

Escuridão, lágrimas e suspiros

Na Berlim dividida de 1977, entre a Guerra Fria e da Segunda Guerra Mundial, Susie (Dakota Johnson) — uma jovem menonita de Ohio — chega pra tentar ingressar na prestigiada escola de dança Markos. Com o recente desaparecimento de uma das estudantes, a jovem Patricia (Chloë Grace Moretz), Susie consegue uma audição, na qual apresenta todo seu talento e perfeccionismo, chamando assim a atenção da Madame Blanc (Tilda Swinton) uma das professoras líderes da instituição.

Mas essa é apenas uma das histórias que se entremeiam ao longo do filme, eis aqui um dos pontos altos e mais problemáticos do filme. O paradoxo é real, pois, diferentemente do que vemos no original, o roteiro é muito trabalhado, entrelaçando várias histórias dentro de uma narrativa só.

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O grande problema é que Guadagnino não consegue puxar todos os fios e amarrar todas as histórias.  São algumas boas ideias que nunca são devidamente exploradas e acabam por deixar o filme mais longo do que o necessário sem grandes recompensas no final.

O filme abre caminhos para discussões interessantes sobre história, memória, culpa, violência, maternidade, feminismo isso se de fato explorasse tais subenredos. No final, não ficamos com o “gostinho de quero mais”, mas com a sensação de que fomos privados de algo. A única trama paralela que é de fato abordada é de Klemperer, o psicólogo que tenta encontrar sua paciente desaparecida, Patricia.

A jornada de Klemperer adiciona muito ao filme, conferindo muito mais substância e motivação a um personagem secundário. Entretanto, o mesmo cuidado não se aplica as outras histórias secundárias que aumentam o filme não acrescentam conteúdo, uma pena, haja vista o potencial de algumas das premissas reveladas.

A linguagem escondida da alma…

O elenco do novo Suspiria é uma cabala de talento maior. Tilda Swinton, sempre interessante na tela, aparece como uma altiva e sóbria professora Blanc. A atriz mantém um olhar assustador ao longo de todo o filme e evoca o medo sem imposições físicas.

Enquanto isso, Dakota Johnson, mesmo sem muito brilho, consegue entregar um desempenho equilibrado, misturando bons e maus momentos na frente da câmera. Diferente de Chloë Grace Moretz, que apesar de aparecer em alguns poucos minutos, é muito mais impactante do que sua colega de cena.

Também vale destacar a presença de Mia Goth -- a britânica, filha de uma brasileira – que vem trilhando um caminho interessante desde a sua estreia em Ninfomaníaca. Outra menção honrosa é a participação de Jessica Harper, a Susie Bannion do filme original, que deponta em uma digna homenagem a atriz que protagonizou o filme de Argento. 

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O delírio é uma mentira que mostra a verdade

Podemos dizer que, em determinados momentos, essa refilmagem de Guadagnino é sim superior ao clássico de Argento, todavia a genialidade quintessencial da obra original sublima qualquer contraponto técnico. Argento usa a câmera de maneira angustiante, e abusa das cores para transformar o ambiente em parte da narrativa, algo podado justamente pelo refinamento técnico da refilmagem.

A fotografia proposta por Guadagnino é diametralmente oposta a de Argento, e funciona dentro de uma proposta estética e narrativa diferente da vista no filme original. Méritos também para Inbal Weinberg (Três Anúncios para Um Crime) que assina o design de produção e Giulia Piersanti (Um Mergulho no Passado) cujo figurino reconstrói os turbulentos anos 70 em uma cidade cuja divisão ideológica se materializava em um muro.

Além disso, a trilha sonora de Thom Yorke (da banda Radiohead) é outro ponto forte do filme. A melancolia característica do artista ajuda a traduzir o sentimento da época e o próprio medo inerente a saga de Susie.

Lindo e cativante, o filme propoem a exploração do poder feminino, mas não ajuda o espectador nessa jornada

Suspiria – A Dança do Medo tem vários méritos, mas suas limitações são rapidamente aumentadas devido as inevitáveis comparações com a obra original. Se os defeitos do filme original são sobrepujados pelo arrojo artístico de Argento, o mesmo não ocorre na produção de Guadagnino, assim, o ritmo lento e o roteiro mal estruturado acabam pesando muito mais. Independente disso, A Dança do Medo ainda é um bom suspense sobrenatural, especialmente se não tivesse o prefixo Suspiria.

Eu Acredito | Trailer dublado e sinopse

Uma emocionante história sobre a descoberta da fé. Brian, tem apenas nove anos de idade, quando vive um encontro sobrenatural com Deus, uma experiência que o leva a uma aventura para descobrir mais sobre o que os cristãos acreditam. A fé pura e inocente de Brian resulta em milagres extraordinários, que rapidamente se tornam notícia na cidade.