Terra dos Sonhos (2022) | Trailer legendado e sinopse

Depois que seu pai Peter (Kyle Chandler) se perde no mar, a vida da jovem Nemo (Marlow Barkley) muda completamente, ao ser enviada para morar com seu bem-intencionado, mas totalmente desajeitado, tio Phillip (Chris O'Dowd). Sua nova escola e rotina são desafiadoras, mas ela descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos de Slumberland, que a conecta a Flip (Jason Momoa), um fora-da-lei rude, mas adorável, que se torna seu parceiro e guia na aventura. Rapidamente a dupla excêntrica encontra uma incrível jornada, atravessando sonhos e fugindo de pesadelos, e Nemo começa a ter esperanças de se reunir com seu pai mais uma vez.

O Troll da Montanha | Trailer legendado e sinopse

Nas profundezas da montanha de Dovre, uma criatura gigantesca desperta após mil anos. Destruindo tudo pelo seu caminho, ela segue em direção à capital da Noruega. Como deter algo que, até então, existia apenas no folclore?

Uma explosão nas montanhas desperta um troll enfurecido. Para lidar com a onda de destruição e caos, as autoridades convocam uma destemida paleontologista. Um filme de ação e fantasia estrelado por Ine Marie Wilmann ("War Sailor"). Direção de Roar Uthaug ("Tomb Raider: A Origem" e “A Onda”).

Critica do filme Adão Negro | Poder nascido da raiva... dos espectadores

Errado desde a sua concepção, Adão Negro falha em quase tudo que tenta fazer. Originalmente visto como um vilão para o filme do Shazam! – o que de fato seria uma ideia interessante, haja vista a justaposição dos dois personagens nos quadrinhos – o conceito foi engavetado para que The Rock pudesse encarnar o personagem em um filme solo.

Com esse primeiro erro tudo começa a ruir pela base. Tudo no roteiro é acidental, nada parece ter um propósito maior a não ser oferecer uma plataforma para que The Rock flexione seus músculos, destrua paredes e dispare raios.

O elenco principal, leia-se aqui o próprio The Rock, Pierce Brosnan e Aldis Hodge – os únicos com algum material para trabalhar, e que parecem se esforçar para entregar algo além de frases de efeito e caras contemplativas – logo se rendem aos gritos de guerra e “piadotas” sem graça. Criticar é fácil, mas é difícil fazer igual, o estilo Marvel esté visivelmente saturado, entretanto, mesmo em seus momentos mais lamentáveis (vide Thor: Amor e Trovão) ainda entrega produções minimamente coerentes.

Nascido da raiva (dos espectadores)

Nos quadrinhos, Adão Negro é um personagem interessante, cuja história de origem e flexibilidade moral fazem a sua vilania beirar o anti-heróismo. No roteiro abobalhado assinado por Adam Sztykiel (Rampage - Destruição Total) em parceria com Rory Haines e Sohrab Noshirvani (O Mauritano), as ações de Adão Negro são basicamente justificáveis por conta da imbecilidade de todos os outros.

Para alegria do “nerdola incel” que odeia pensar, o filme não aproveita seus momentos de “lacração” o que elevaria consideravelmente o nível intelectual da produção. O suposto herói em conflito não apresenta nenhum conflito, temos um “Wolverine” místico que pode ser violento, mas que ainda opera dentro dos “limites” de um anti-herói. Talvez por conta do carisma inato de Dwayne “The Rock” Johnson, o roteiro nunca explora a verdadeira dualidade de Adão Negro e a fina linha que separa anti-heróis e vilões.

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A presença da Sociedade da Justiça é outro elemento que beira o ridículo pelo esforço consciente dos roteirista em transformar a equipe em capangas do governo. Não há qualquer e esforço para trazer a tona discussões como o intervencionismo estadunidense, ou o fato de que super-heróis estão seguindo ordens de agencias governamentais com agendas escusas.

Além disso, a própria formação da Sociedade da Justiça já mostra o desdem com o time, apesar de trazer Gavião Negro (Aldis Hodge) e Senhor Destino (Pierce Brosnan) dois nomes famosos nos quadrinhos, a escolha pela introdução de Cíclone (Quintessa Swindell) e Esmaga-Átomos (Noah Centineo) é um bom exemplo de como não há qualquer sentido nas decisões do roteiro. Cíclone e o Esmaga-Átomos são mal desenvolvidos e literalmente não fazem qualquer falta para o desenvolvimento do filme.

Muito mais do menos

Considerando que ainda há quem defenda outras produções do DCEU (o universo cinematografíco da DC), como o infeliz Liga da Justiça de Zack Snyder, é fácil entender como Adão Negro deve encontrar seu público. Em um amalgama de pancadaria em câmera lenta e equipes de super-herois desorganizadas e personagens moralmente ambíguos, o filme consegue sim entregar um catadão do que há de pior nos filmes da DC, em um mix de Batman vs Superman e O Esquadrão Suicida.

Dito isso, é inegável que o exagero se torna um atributo de Adão Negro. É na pancadaria que o filme, e o diretor Jaume Collet-Serra (Jungle Cruise) se consagram. As cenas de ação são grandiosas e a fotografia de Lawrence Sher (Coringa) ajudam a entregar alguns bons momentos de puro suco de gibi, mas será que isso é suficiente?

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Além de estabelecer um sub-gênero bem definido os filmes inspirados nos heróis dos quadrinhos evoluíram e já não se limitam a mostrar pancadaria e feijoada. Não há vergonha em apreciar uma cena de luta belamente coreografada, da mesma forma que não há demérito em fazer o espectador pensar.

Personagens bem elaborados e desenvolvidos são essenciais para qualquer produção, mas parece que Adão Negro sofre com o que só pode ser descrito como descaso da Warner/DC. O mesmo estúdio que entregou o Batman de Matt Reeves - um filme multifacetado com personagens profundos e história envolvente - não investe esforço algum no desenvolvimento de Adão Negro, acreditando que a mera presença de Rock carregará toda a película, uma pena, e mais uma ótima chance perdida para reestabelecer o sempre cambaleante DCEU.

Noite Infeliz | Trailer legendado, dublado e sinopse

Quando uma equipe de mercenários invade um complexo familiar rico na véspera de Natal, levando todos de reféns, a equipe não está preparada para um combatente surpresa: Papai Noel (David Harbour, Viúva Negra, série Stranger Things) está no local, e ele está prestes a mostrar por que esse Papai não é nenhum santo.

A Escola do Bem e do Mal | Trailer legendado e sinopse

Na vila de Gavaldon, duas desajustadas e melhores amigas, Sophie (Sophia Anne Caruso) e Agatha (Sofia Wylie), compartilham os laços mais improváveis. Sophie, uma costureira de cabelos dourados, sonha em escapar de sua vida sombria para se tornar uma princesa; enquanto Agatha, com sua estética sombria e mãe excêntrica, tem os ingredientes de uma verdadeira bruxa.

Uma noite sob a luz do luar em tom vermelho-sangue, uma força poderosa as leva para a Escola do Bem e do Mal, onde começam as verdadeiras histórias por trás de todos os grandes contos de fadas. No entanto, algo está errado desde o início: Sophie é deixada na Escola do Mal, dirigida por Lady Lesso (Charlize Theron), uma mulher glamourosa e de língua ácida; e Agatha é deixada na Escola do Bem, supervisionada pela gentil Professora Dovey (Kerry Washington).

Como se frequentar as aulas com os filhos da Bruxa Malvada (Freya Parks), o Capitão Gancho (Earl Cave) e o Rei Arthur (Jamie Flatters) não fosse difícil o suficiente, de acordo com o Mestre (Laurence Fishburne) apenas um beijo de amor verdadeiro pode mudar as regras e enviar as meninas para suas escolas e destino de direito.

Contudo, quando uma figura sombria e perigosa (Kit Young) — que tem laços misteriosos com Sophie — ressurge e ameaça destruir a escola, bem como o mundo inteiro, a única maneira de um final feliz é sobreviver ao conto de fadas da vida real.