Depois que seu pai Peter (Kyle Chandler) se perde no mar, a vida da jovem Nemo (Marlow Barkley) muda completamente, ao ser enviada para morar com seu bem-intencionado, mas totalmente desajeitado, tio Phillip (Chris O'Dowd). Sua nova escola e rotina são desafiadoras, mas ela descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos de Slumberland, que a conecta a Flip (Jason Momoa), um fora-da-lei rude, mas adorável, que se torna seu parceiro e guia na aventura. Rapidamente a dupla excêntrica encontra uma incrível jornada, atravessando sonhos e fugindo de pesadelos, e Nemo começa a ter esperanças de se reunir com seu pai mais uma vez.
Nas profundezas da montanha de Dovre, uma criatura gigantesca desperta após mil anos. Destruindo tudo pelo seu caminho, ela segue em direção à capital da Noruega. Como deter algo que, até então, existia apenas no folclore?
Uma explosão nas montanhas desperta um troll enfurecido. Para lidar com a onda de destruição e caos, as autoridades convocam uma destemida paleontologista. Um filme de ação e fantasia estrelado por Ine Marie Wilmann ("War Sailor"). Direção de Roar Uthaug ("Tomb Raider: A Origem" e “A Onda”).
Continuação da franquia de sucesso da Marvel, acompanhando Scott Lang (Paul Rudd) e Hope van Dyne (Evangeline Lilly) em suas jornadas como super-heróis. Scott e sua família são puxados para o Reino Quântico, onde eles percisarão enfrentar um novo e terrível vilão: Kang, o Conquistador e M.O.D.O.K.
Errado desde a sua concepção, Adão Negro falha em quase tudo que tenta fazer. Originalmente visto como um vilão para o filme do Shazam! – o que de fato seria uma ideia interessante, haja vista a justaposição dos dois personagens nos quadrinhos – o conceito foi engavetado para que The Rock pudesse encarnar o personagem em um filme solo.
Com esse primeiro erro tudo começa a ruir pela base. Tudo no roteiro é acidental, nada parece ter um propósito maior a não ser oferecer uma plataforma para que The Rock flexione seus músculos, destrua paredes e dispare raios.
O elenco principal, leia-se aqui o próprio The Rock, Pierce Brosnan e Aldis Hodge – os únicos com algum material para trabalhar, e que parecem se esforçar para entregar algo além de frases de efeito e caras contemplativas – logo se rendem aos gritos de guerra e “piadotas” sem graça. Criticar é fácil, mas é difícil fazer igual, o estilo Marvel esté visivelmente saturado, entretanto, mesmo em seus momentos mais lamentáveis (vide Thor: Amor e Trovão) ainda entrega produções minimamente coerentes.
Nascido da raiva (dos espectadores)
Nos quadrinhos, Adão Negro é um personagem interessante, cuja história de origem e flexibilidade moral fazem a sua vilania beirar o anti-heróismo. No roteiro abobalhado assinado por Adam Sztykiel (Rampage - Destruição Total) em parceria com Rory Haines e Sohrab Noshirvani (O Mauritano), as ações de Adão Negro são basicamente justificáveis por conta da imbecilidade de todos os outros.
Para alegria do “nerdola incel” que odeia pensar, o filme não aproveita seus momentos de “lacração” o que elevaria consideravelmente o nível intelectual da produção. O suposto herói em conflito não apresenta nenhum conflito, temos um “Wolverine” místico que pode ser violento, mas que ainda opera dentro dos “limites” de um anti-herói. Talvez por conta do carisma inato de Dwayne “The Rock” Johnson, o roteiro nunca explora a verdadeira dualidade de Adão Negro e a fina linha que separa anti-heróis e vilões.
A presença da Sociedade da Justiça é outro elemento que beira o ridículo pelo esforço consciente dos roteirista em transformar a equipe em capangas do governo. Não há qualquer e esforço para trazer a tona discussões como o intervencionismo estadunidense, ou o fato de que super-heróis estão seguindo ordens de agencias governamentais com agendas escusas.
Além disso, a própria formação da Sociedade da Justiça já mostra o desdem com o time, apesar de trazer Gavião Negro (Aldis Hodge) e Senhor Destino (Pierce Brosnan) dois nomes famosos nos quadrinhos, a escolha pela introdução de Cíclone (Quintessa Swindell) e Esmaga-Átomos (Noah Centineo) é um bom exemplo de como não há qualquer sentido nas decisões do roteiro. Cíclone e o Esmaga-Átomos são mal desenvolvidos e literalmente não fazem qualquer falta para o desenvolvimento do filme.
Muito mais do menos
Considerando que ainda há quem defenda outras produções do DCEU (o universo cinematografíco da DC), como o infeliz Liga da Justiça de Zack Snyder, é fácil entender como Adão Negro deve encontrar seu público. Em um amalgama de pancadaria em câmera lenta e equipes de super-herois desorganizadas e personagens moralmente ambíguos, o filme consegue sim entregar um catadão do que há de pior nos filmes da DC, em um mix de Batman vs Superman e O Esquadrão Suicida.
Dito isso, é inegável que o exagero se torna um atributo de Adão Negro. É na pancadaria que o filme, e o diretor Jaume Collet-Serra (Jungle Cruise) se consagram. As cenas de ação são grandiosas e a fotografia de Lawrence Sher (Coringa) ajudam a entregar alguns bons momentos de puro suco de gibi, mas será que isso é suficiente?
Além de estabelecer um sub-gênero bem definido os filmes inspirados nos heróis dos quadrinhos evoluíram e já não se limitam a mostrar pancadaria e feijoada. Não há vergonha em apreciar uma cena de luta belamente coreografada, da mesma forma que não há demérito em fazer o espectador pensar.
Personagens bem elaborados e desenvolvidos são essenciais para qualquer produção, mas parece que Adão Negro sofre com o que só pode ser descrito como descaso da Warner/DC. O mesmo estúdio que entregou o Batman de Matt Reeves - um filme multifacetado com personagens profundos e história envolvente - não investe esforço algum no desenvolvimento de Adão Negro, acreditando que a mera presença de Rock carregará toda a película, uma pena, e mais uma ótima chance perdida para reestabelecer o sempre cambaleante DCEU.
Quando uma equipe de mercenários invade um complexo familiar rico na véspera de Natal, levando todos de reféns, a equipe não está preparada para um combatente surpresa: Papai Noel (David Harbour, Viúva Negra, série Stranger Things) está no local, e ele está prestes a mostrar por que esse Papai não é nenhum santo.
Na vila de Gavaldon, duas desajustadas e melhores amigas, Sophie (Sophia Anne Caruso) e Agatha (Sofia Wylie), compartilham os laços mais improváveis. Sophie, uma costureira de cabelos dourados, sonha em escapar de sua vida sombria para se tornar uma princesa; enquanto Agatha, com sua estética sombria e mãe excêntrica, tem os ingredientes de uma verdadeira bruxa.
Uma noite sob a luz do luar em tom vermelho-sangue, uma força poderosa as leva para a Escola do Bem e do Mal, onde começam as verdadeiras histórias por trás de todos os grandes contos de fadas. No entanto, algo está errado desde o início: Sophie é deixada na Escola do Mal, dirigida por Lady Lesso (Charlize Theron), uma mulher glamourosa e de língua ácida; e Agatha é deixada na Escola do Bem, supervisionada pela gentil Professora Dovey (Kerry Washington).
Como se frequentar as aulas com os filhos da Bruxa Malvada (Freya Parks), o Capitão Gancho (Earl Cave) e o Rei Arthur (Jamie Flatters) não fosse difícil o suficiente, de acordo com o Mestre (Laurence Fishburne) apenas um beijo de amor verdadeiro pode mudar as regras e enviar as meninas para suas escolas e destino de direito.
Contudo, quando uma figura sombria e perigosa (Kit Young) — que tem laços misteriosos com Sophie — ressurge e ameaça destruir a escola, bem como o mundo inteiro, a única maneira de um final feliz é sobreviver ao conto de fadas da vida real.