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Crítica As Caça-Fantasmas | Garotas botam pra quebrar em reboot cheio de estilo

Who you gonna call?

O ano de 1984 nos presenteou com um dos maiores filmes estilo sessão da tarde, e, por que não, de todo o cinema: Os Caça-Fantasma, ou Ghostbuster no original, apresentava falidos cientistas em busca da provação da existência de seres ectoplasmáticos, e como ganhar umas verdinhas capturando fantasmas aterrorizantes. A hilária equipe composta por grandes nomes da comédia norte-americana caiu nas graças da audiência e os dois longas produzidos na década de oitenta se tornaram clássicos pipocão da cultura pop. 

Anos e anos se passaram e, apesar dos muitos boatos sobre um terceiro capítulo, nenhuma continuação foi produzida. O quarteto de atores do original, Bill Murray, Dan Aykroyd, Harold Ramis e Ernie Hudson, nunca chegaram ao consenso para o roteiro ideal. O descaso de Murray para blockbusters, a aposentadoria do pequeno-grande Rick Moranis em Hollywood, e o triste falecimento recente de Harold Ramis também foram fatores determinantes para que Caça-Fantasma 3 não viesse à tona. 

Eis que a Sony Pictures, detentora dos direitos da história, decide apostar todas as fichas em um recomeço. Em 2014 o estúdio anuncia um reboot completo para a obra, com novos protagonistas. Digo, novas protagonistas. 

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Os fãs vieram à loucura sabendo que o novo Caça-Fantasma teria personagens femininas no comando, deslegitimando toda a produção. O primeiro trailer lançado, no começo desse ano, também não ajudou muito. Foi o vídeo mais rejeitado de todos os tempos do Youtube, recebendo mais de 500 mil joinhas ao contrário nas primeiras horas de exibição. Porém, posso afirmar logo de cara uma coisa para vocês: os fãs estavam enganados. 

Deixa as minas trabalharem

Se tem algo que se sobressai em As Caça-Fantasmas são suas atrizes no leading role. O novo quarteto é formado por [olha só essas feras]: Melissa McCarthy, um dos maiores nomes da comédia atualmente nos cinemas; Kristen Wiig, aquela coadjuvante que você conhece de rosto e que nunca tinha ganhado a oportunidade de protagonizar um longa-metragem; Kate McKinnon, novata nas telonas mas grande conhecida do elenco de Saturday Night Live; e Leslie Jones, também do humorístico de TV estadunidense. 

Saturday Night Live, diga-se de passagem, o maior formador de humoristas cinematográficos de Hollywood, já havia contribuídos nos filmes originais com a equipe masculina, e agora mais uma vez fornece as caras para um novo time cômico, com uma química cheia de gags e entrosamento natural que funciona muito bem em cena. 

Os papéis das comediantes rementem diretamente aos da primeira versão dos Ghostbusters. Melissa McCarthy faz Abby Yates, a cientista fascinada pelo sobrenatural e que fará tudo para provar a existência de fantasmas (Dr. Ray Stantz/Dan Aykroyd); Kristen Wiig faz a Dra. Erin Gilber, receosa em criar as Caça-Fantasmas, 99% cientista, mas com aquele 1% garanhona (Dr. Peter Venkman/Bill Murray); Kate McKinnon faz a linda e maluca Jillian Holtzmann, engenheira que cria as bugigangas tecnológicas para capturas os seres do outro mundo e roubar meu coração (Dr. Egon Spengler/Harold Ramis); e Leslie Jones, no papel da motorista oficial da turma e que conhece como ninguém a cidade de Nova Iorque (Winston Zeddemore/Ernie Hudson). 

As quatro comediantes dão substancia para o roteiro cheio de massa etérea. Mesmo emulando as características dos personagens antigos, elas trazem personalidade e atualidade para os seus papéis designados. 

“Mazá, Caça-Fantasmas sem os homi não tem nada a ver, filme lixo”. Sem essa de machismo barato, amigo. As moças botam pra quebrar dentro da tela, e, mais do que salvar o dia, elas interpretam cenas engraçadas e sequências que divertem, o que realmente importa aqui. Nesse sentido, também mostram uma importância maior em sua participação, trabalhando com representatividade de gênero e cor em duas horas de duração de filme, debate de máxima importância em nossa época. 

Roteiro com pouca ousadia, mas sincero 

O Ghostbuster de 2016 é um reboot completo, o qual segue muito a receita e estrutura de roteiro do original de 84, e não traz muitas inovações ou ousadia para a história. Mas o importante é que o próprio filme não nega isso, e essa sinceridade só contribui. 

Toda a essência dos longas clássicos está presente, seja pela narrativa em si ou pelas participações especiais e easter eggs. Os principais atores e atrizes dos originais fazem pequenas aparições que são bem mais do que puro fan servicesendo papéis insignificantemente engraçados.

Um deles até (quem diria) é de destaque, e se encaixa naturalmente à trama. No conjunto da obra, o filme também acaba sendo uma grande homenagem aos seus predecessores. 

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A novidade fica por conta dos efeitos especiais: fantasmas, aparições e fenômenos ganham mais dinâmica e cor com o CGI atual, aquele famoso show de luzes, contribuindo com a proposta maluca e escrachada do novo capítulo. Quem também se destaca é Chris Hemsworth no papel do secretário das caça-fantasma Kevin Beckman. Famoso por interpretar o papel do poderoso Thor nos filmes da Marvel, aqui o grandalhão também mostra que tem aptidão para as comédias. 

Por fim, As Caça-Fantasmas é um reboot que funciona, e que provavelmente terá mais sequências, tudo só depende da aceitação do público. Ele se encaixa muito bem como comédia para ver com a família, trazendo de volta todas as coisas boas dos filmes antigos, com mais estilo e mais gosma. Pode ir assistir, comprar seu balde de pipoca, sentar na cadeira, relaxar e curtir.

P.S.: Tem cena pós-crédito, mas só os fãs das antigas vão entender =p

Nova trilogia "O Exterminador do Futuro" ganha datas de lançamento

A Paramount divulgou nesta semana as datas de lançamentos para as duas sequências do reboot de "O Exterminador do Futuro". A primeira película, chamada de "Terminator: Genisys", já tinha sua data de lançamento conhecida: 1º de julho de 2015. As continuações da trilogia chegarão às telonas em 19 de maio de 2017 e 29 de junho de 2018, respectivamente. As informações são do The Hollywood Reporter.

A nova empreitada tem direção a cargo de Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio) e traz o astro Arnold Schwarzenegger (Os Mercenários 3) no papel do exterminador. Além dele, Emilia Clarke (Game of Thrones) dá vida à Sarah Connor e Jason Clarke (Planeta dos Macacos: O Confronto) é o líder da resistência humana John Connor.

Pegada 007: franquia Indiana Jones pode começar a trocar de atores

Se você gosta de filmes e se você realmente gosta de enredos com porradaria, é praticamente certo que já tenha visto pelo menos algum filme de Indiana Jones e também de James Bond – principalmente pelo fato de que esses dois personagens são dois ícones da indústria cinematográfica, produzindo histórias há décadas.

A novidade sobre essas duas franquias é que elas talvez acabem tendo um formato bem parecido em um futuro próximo. Isso porque há boatos circulando pela internet, alegando que a produção de Indiana Jones pode escalar outro ator para o papel de Harrison Ford, já que ele não é mais tão novo e isso pode influenciar na história do quinto filme do personagem (que deve começar a ser feito em breve).

Dessa maneira, há chances de que o novo Indiana Jones seja Bradley Cooper (“Se Beber Não Case” e “O Lado Bom da Vida”). Contudo, isso não seria exatamente um reboot, mas apenas mais uma trilogia do arqueólogo do chicote que iria para as telonas, assim como acontece com James Bond há quase 50 aninhos. Com isso, Indiana Jones poderia ir se renovando de maneira bem mais prática e interessante, pelo menos em teoria.

O problema é que nada disso está confirmado. Harrison Ford ainda é cotado para o papel, apesar de essa possibilidade ser cada vez menor. Além disso, não se sabe quem escreveria a história do novo Jones, mas há insinuações de que Frank Darabont teria algo reservado para este herói – e é claro que ainda não sabemos o que é.

Tudo isso parece bem interessante, não é mesmo? Pessoalmente falando, seria bacana ver um Indiana Jones mais moderno e feito com uma perspectiva diferente, voltada para um público mais novo. E você, o que acha disso tudo?

O filme de Battlestar Galactica ganha uma nova vida nas mãos da Universal

A Universal Studios assumiu a produção do filme da franquia de ficção científica Battlestar Galactica, com o foco voltado a uma completa releitura da história da série.

Jack Paglen, escritor de “Transcendence” (Novo filme de Jhonny Depp), assinou contrato para ser o responsável pelo roteiro final do filme. Paglen também se comprometeu para escrever a sequencia do filme “Prometheus”, que começa as gravações na primavera do hemisfério sul.

Glen Larson, o criador da série orginal, irá produzir o filme “Battlestar Galactica”.

Ao todo, foram 3 séries de TV que contaram a história da nave “Galactica” (incluindo a curta “Galactica 1980”). A primeira, estrelou Lorne Greene e Richard Hatch, e foi ao ar durante os anos de 1978 – 79 e focou na luta entre a raça cibernética Cylons e humanos, enquanto estes procuravam pela Terra.

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Em 2003 um remake chamado “Battlestar Galactica” foi ao ar pelo canal americano Sci Fi, no Brasil pela TNT, e teve a duração de 4 temporadas estrelando Edward James Olmos, como Almirante Adama, e Mary Macdonnell, como a presidente Laura Roslin. Confesso que essa foi uma das séries que mais tive prazer de acompanhar e, sem dúvida, recomendo para todos que gostam de uma boa história de ficção científica.

Em 2009 surgiram rumores de que Bryan Singer, produtor da série House, estaria sendo cotado como diretor para o filme “Battlestar Glactica”.

Por enquanto não temos nenhuma informação concreta sobre a ficha técnica do filme. O que nos resta é esperar e rezar para que nenhum ser de inteligência artificial se rebele contra nós e queria destruir nosso planeta. Afinal de contas, eu quero muito ver esse filme. 

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